Esse post é motivado pela campanha ‘Força Patrick’

O que é medula óssea

A medula óssea é a matriz do sangue e se localiza na parte interna dos ossos semelhante ao tutano dos ossos do boi. Na medula óssea estão as células-mãe que dão origem aos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.

Quem necessita dessa doação ?

O Transplante de Medula Óssea (TMO) é indicado principalmente para o tratamento de doenças que comprometem o funcionamento da medula óssea, como doenças hematológicas, onco-hematológicas, imunodeficiências, doenças genéticas hereditárias, alguns tumores sólidos e doenças auto-imunes.

Quem pode doar ?

Pessoas com saúde em bom estado, entre 18 e 55 anos. É bom lembrar que:

  • Diabéticos podem doar;
  • Pessoas grávidas ou amamentando podem doar;
  • Pessoas que tem pressão alta podem doar;
  • Não há nenhuma restrição quanto a meningite, anemia ou hepatite ‘a’ que a pessoa tenha tido anteriormente;
  • Não há peso mínimo;
  • Pessoas que tem tatuagem pode doar.

Quer ajudar?

É só ir até o Hemosc mais próximo, levando os documentos pessoais! É necessário um cadastro simples, e depois disso são coletados apenas 5 ml de seu sangue, para os testes de compatibilidade.

Sua atitude não vai ajudar apenas ao nosso conterrâneo Patrick, pois o cadastro fica registrado em um banco de dados internacional, podendo servir de salva vivas para outras pessoas!

O Hemosc de Chapecó fica na Rua Leopoldo Sander, 391 D, Bairro Esplanada. Fone/Fax (49) 3329-0550

Mais informações:

Doe medula – http://www.doemedula.com

Força Patrick – http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=102774745

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Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que se manifestam pelo crescimento desordenado de células. “Cerca de 30% dos casos podem ser evitados através de ações de prevenção primária e 30% das mortes podem ser evitadas através de ações de detecção precoce articuladas à ampliação do acesso ao tratamento adequado. O alerta é da médica oncologista do Centro de Oncologia e do Programa de Medicina Preventiva da Unimed Chapecó, Márcia Kotz.

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O Hospital Regional do Oeste divulgou nota de esclarecimento sobre a morte da indígena Priscila Feliciano, de dois anos e sete meses, que ocorreu na terça-feira, num dos corredores da instituição. O assessor jurídico do hospital, Paulo Winckler, informou que a médica e os enfermeiros envolvidos foram ouvidos e os procedimentos de rotina, seguidos. Descartou-se, então, a necessidade de sindicância.

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Família da menina diz que houve negligência no atendimento.

Uma criança indígena de três anos e sete meses morreu em um corredor do Pronto-Socorro do Hospital Regional do Oeste, em Chapecó, nesta terça-feira. De acordo com o pai, o kaingang Ari Feliciano, Priscila começou a passar mal e a vomitar ainda no dia anterior.

Às 3h de terça-feira, ele levou a filha da Aldeia Kondá para o hospital, onde ela teria tomado uma injeção e recebido medicamentos. Como Priscila não melhorava, ela foi levada novamente à unidade no início da tarde. Um prima da criança, Andréia Pedroso, diz que o atendimento demorou demais.

— Só a levaram para a emergência depois de morta — disse.

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Gestantes, crianças de 6 meses e 2 anos, doentes crônicos com menos de 60 anos e jovens entre 20 e 29 anos têm até hoje (23) para receber a vacina contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. A terceira etapa da campanha de imunização do Ministério da Saúde havia sido prorrogada por conta da baixa adesão dos grupos.

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Médico infectologista esclarece dúvidas sobre “Gripe A” . O Ministério da Saúde (MS), em conjunto com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde iniciou, no mês de março, a Operação de Vacinação contra a Influenza A (H1N1). O objetivo é manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia e diminuir o risco de adoecer e o número de mortes associadas à influenza pandêmica nos grupos mais afetados durante a primeira onda. O foco nos grupos foi uma estratégia do Ministério da Saúde para focar a vacinação em parcelas da população em que foi registrada a maior incidência da influenza H1N1, em 2009.

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Juliane Lenhard, de 24 anos, foi internada no Hospital Padre João Barthier, em São Carlos, no Oeste de Santa Catarina, no dia 12 de março, para operar a vesícula, mas acabou tendo o apêndice retirado.

Ela seria operada por volta das 18h, mas cerca de duas horas antes do previsto foi encaminhada para cirurgia no lugar de outra pessoa que operaria a apendicite.

A paciente disse que na hora em que a levaram para a sala de cirurgia não viu quem eram os médicos e só percebeu o erro quando chegou o médico que faria sua operação. Juliane registrou boletim de ocorrência na delegacia e contratou advogado para entrar com uma ação judicial contra os responsáveis.

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Um convênio assinado na sexta-feira à tarde pelo governo do Estado deve diminuir o problema da superocupação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do Oeste, em Chapecó. A parceria, orçada em R$ 630 mil, prevê a ampliação da estrutura física e a instalação de equipamentos em seis leitos que serão construídos até o inverno deste ano. Na sexta-feira, os 21 leitos da unidade, 11 adultos e 10 neo-natais, estavam ocupados. A saída foi alojar temporariamente sete pacientes na sala de recuperação e em quartos na emergência.

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O Ministério da Saúde modernizou o modo de avisar quando uma pessoa deverá se vacinar contra a gripe A: a população tem a opção de receber um e-mail com o aviso. A novidade foi lançada nesta quinta-feira, na segunda fase da campanha publicitária sobre a vacinação.

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No ultimo sábado dia 20 de Fevereiro foi ao ar no Jornal Nacional uma matéria super interessante sobre uma pesquisa desenvolvida em Joaçaba. A pesquisa feita pelo doutor em Educação Física Rudy Nodari Júnior durante quatro anos chegou á um sistema informatizado que lê as impressões digitais e é capaz de captar e analisar imagens a partir de um método cientifico conhecido como dermatoglifia.

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O Hemosc esteve atendendo inclusive na quarta-feira de cinzas (17), quando o estoque do banco de sangue costuma atingir seu limite mais crítico, para realizar a captação em doadores voluntários em Florianópolis, Joaçaba, Criciúma, Joinville, Chapecó, Lages e Blumenau, cidades onde há hemocentros, e também nas unidades de coleta em Tubarão, Jaraguá do Sul e Canoinhas.

Para ser doador é preciso ter entre 18 e 65 anos, não ter consumido bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas, estar bem alimentado no momento da doação, pesar mais de 50 quilos, estar em boas condições de saúde, não estar gripado ou febril nos últimos sete dias, não ter tido hepatite após os dez anos de idade, não estar grávida ou amamentando, não ter recebido sangue nos últimos 12 meses, não ter realizado procedimento para colocação de tatuagem ou piercing nos últimos 12 meses, não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis (DST”s) e não ser usuário de drogas injetáveis.

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materno_infantil_chapecoO Hospital Materno Infantil de Chapecó terá o seu processo de gestão oficializado nesta quinta-feira, 17 de dezembro. Um convênio para a gestão do estabelecimento será assinado entre a Fundação Universitária do Desenvolvimento do Oeste (Fundeste), a Unochapecó e a Administração Municipal. O ato ocorrerá às 15h, no auditório da Prefeitura de Chapecó, e o documento será firmado pelo reitor Odilon Luiz Poli, pelo prefeito João Rodrigues e pela presidente da Fundeste, professora Arlene Renk.

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